A planilha do fim do mês que salvou uma papelaria de bairro
Marina Alves acompanhou três semanas de fechamento na Vila Industrial. O que mudou não foi o faturamento — foi a ordem em que o dinheiro entra e sai.
Matérias sobre fluxo de caixa, conciliação e capital de giro — sempre com casos de lojas reais (nomes alterados quando pedido). Filtre por tema ou leia na ordem de publicação.
O arquivo do Tesouraria reúne reportagens produzidas a partir de entrevistas com donos de PME, leitoras que enviam relatos e dados anonimizados de extratos bancários. Não publicamos lista de “dicas rápidas”: cada texto conta uma história com começo, meio e decisão. Se você chegou aqui pela primeira vez, sugerimos começar pela matéria da planilha de fim de mês — é a que mais gera mensagens na nossa caixa de entrada.
As categorias abaixo refletem como organizamos a redação internamente. Uma loja de bairro raramente vive só um desses problemas; fluxo, conciliação e giro costumam aparecer juntos. Por isso mantemos poucos filtros e textos longos o suficiente para você reconhecer o seu caso.
Marina Alves acompanhou três semanas de fechamento na Vila Industrial. O que mudou não foi o faturamento — foi a ordem em que o dinheiro entra e sai.
Rafael Nogueira passou uma tarde na mercearia do Seu Geraldo. A loja fatura R$ 18 mil por mês — e ainda assim encontrava R$ 340 “sumidos” toda semana.
Helena Costa acompanhou uma loja de utilidades que encheu o estoque antes do Dia das Mães e passou dois meses pagando juros de cheque especial.